quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Fostes
Sincero continua o olhar?
E os passos únicos?
Pesquisei meu eu
se ainda tens tu
me retorqui
Mas tu, conservastes tu?
Espinhoso crer
Vou dizer
Paixão ao que desexistiu
É pseuda saudade platônica
Tipo insanidade mental
Preza no cárcere vão
Não recrimino, livre arbítrio
Mas... apequenar-se??
Pra viver delírios fúteis
Pinta-te tão menor
Pena do mundo
Perdeu o canto belo
A doçura da pronuncia.
E longe, no horizonte
O sol nasceria aliviado
Sabendo do despertar
De qualquer existência
Digna de quem fostes
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Fostes pois deixou ir.... e da pseudo espera surgi um amanhecer ;pois como abrirá uma nova porta se procuras um trevo de quatro folhas no quintal...?
ResponderExcluirobrigado pelo comentário, mas creio que não tenha entendido o texto...
ExcluirRs...uma poesia,uma obra de arte é entendida com muitos referenciais....talvez não entendi no seu contexto,é assim que é encontrada a beleza da poesia....nas suas interpretações...de quem escreve e de quem le...
ResponderExcluirtem razão.. cada um interpreta do jeito que quer... mas assim, o texto não fala de uma perda pessoal, mas de uma pessoa que se perdeu
ResponderExcluirSpaciba pelos seus devaneios!!!!
ResponderExcluirrsrs... esse blog é justamente sobre eles "meus devaneios"
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